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Estratégia de analytics começa com objetivo, ensina CEO da Teradata

Victor Lund ressalta que missão da empresa é ajudar clientes nesse roadmap

A Teradata iniciou hoje (23/10) sua conferência anual para parceiros, a Teradata Partners Conference 2017, com a clara mensagem de que analytics é o futuro e quem ficar de fora pode ver suas estruturas ruir. Assim, a tecnologia deixa o papel para se tornar realidade. O desafio, contudo, está em como levá-la, efetivamente, para os negócios.

Falando para uma audiência de mais 4,4 mil pessoas, entre clientes e parceiros, e quase 1,7 participantes on-line, Victor Lund, CEO da Teradata, ressaltou que a estratégia de analytics não começa com os dados, mas, sim, com a definição do objetivo da empresa.

“Nossa missão é ajudar nossos clientes nesse roadmap. Entendemos onde eles estão nesse contexto, quais seus planos e estratégias. Não se trata de discurso. Estamos, efetivamente, fazendo isso hoje”, destacou o executivo.

Segundo ele, essa é a melhor forma de conquistar o que ele chamou de Roadmap Analytcis Discipline (RAD), que gera pouco risco para a empresa e alto retorno. O roadmap citado por Lund mostra quatro quadrantes. Em um deles, bastante usado por empresas que não sabem qual direção seguir, há o modelo “tente de tudo, alguma coisa funcionará”, que gera alto risco e baixo retorno para a empresa.

O executivo lembrou também que o uso de analytics é exponencial. “Quando mais se usa, mais resultados são conquistados”, apontou. Ele questionou, no entanto, de que forma é possível estar em linha com essa máxima em um mercado de constantes e velozes mudanças. “A resposta é antecipar as coisas. Por isso, investimos em soluções para quando o mercado estiver pronto para elas, elas serem as escolhas naturais das empresas”, completou.

Impulso no portfólio

Comentando sobre como se preparar para o futuro, Oliver Ratzesberger, vice-presidente-executivo e chief product officer (CPO) da Teradata, ressaltou o fato de que negócios estão mudando de forma contínua e nesse cenário a palavra disrupção ganha vida. “Ou você ‘disrupta’ ou é ‘disruptado’”, provocou, completando: “Empresas estão investindo em analytics mais do que nunca, porque querem estar prontas para o futuro. Elas não podem, no entanto, focar mais em tecnologia do que nos negócios”, alertou.

Assim, as companhias do amanhã, citou ele, estão pensando em experiência do cliente, agilidade e redução de custos. “A Maersk, que transporta 50% do PIB do mundo, usa analytcis para reduz custos e conquistar excelência operacional. Seus containers estão sendo modernizados com sensores para controlar temperatura e pressão, eliminando containers vazios”, exemplifica Ratzesberger.

Para ajudar empresas a se preparem para o amanhã, Ratzesberger anunciou uma série de soluções ao mercado. Uma delas a Teradata Analytics Platform, sistema que incorpora análises próximas aos dados, permitindo que colaboradores em toda a organização usem suas ferramentas analíticas e motores preferenciais em fontes de dados em escala.

Outra novidade foi o Teradata IntelliSphere que, segundo a Teradata, permite a orquestração do ecossistema analítico, além do Teradata AI Momentum, que ajuda grandes empresas a obter valor comercial da inteligência artificial (AI, na sigla em inglês), em uma verdadeira estratégia de AI como serviço.

*A jornalista viajou a Anaheim, na Califórnia, a convite da Teradata

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