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Grupo IN auxilia cliente em todas as etapas do Analytics e BI

Empresa detalha sua estratégia para fazer com que clientes ingressem e aprimorem suas estratégias na ára

A análise de dados é uma solução que todas as organizações buscam ter, entender e aprimorar. Por meio dela é possível descobrir falhas que as vezes passam despercebidas, áreas que estão gastando mais do que deveriam e até mesmo encontrar formas de desenvolver e ajudar a empresa a crescer.

Por isso, cada vez mais organizações contratam serviços de BI, para que possam analisar de maneira eficiente o grande volume de dados que recebem e também geram. Por isso, a Inteligência de Negócios, Master Reseller da Qlik no Brasil, formou o Grupo IN, com quatro diferentes unidades de negócios, que auxiliam o cliente desde a hora da compra até a entrega das análises. Fazem parte do grupo: IN, Analytics 10 (A10), IN Gov e a Academia IN.

A proposta do grupo é entregar de maneira efetiva toda a parte de solução analítica, algo ainda novo no Brasil. “Fala-se muito sobre o assunto, mas pouca coisa funciona e é por isso que queremos avançar em toda a demanda analítica das empresas”, explicou Roberto Guerra, presidente do grupo IN.

Especialista na área

Criada em 2004, Inteligência de Negócios (IN) é referência quando o assunto é Qlik. Atualmente, a empresa possui 85 colaboradores distribuídos em São Paulo, onde fica a matriz, e nas filiais de Porto Alegre, Recife, e Brasília, e mais de 600 clientes em seu portfólio.

Com o crescimento do portfólio de empresas começaram a surgir demandas de diversos setores, tanto privados quanto públicos. Por isso, em 2015, nasceu a IN Gov, que tem como principal objetivo fomentar a aquisição da Plataforma Qlik nas instituições públicas do Brasil.

As questões desse segmento são mais complexas e exigem conhecimento aprofundado das leis – e a equipe da IN Gov é capacitada e habilitada para conversar sobre negócios de gestão pública -, com serviços que contemplam a venda de licenças da Plataforma Qlik, serviços de suporte, treinamentos, mentoria e consultoria da solução ofertada.

E a crise pela qual o País tem passado não afetou os negócios da unidade, muito pelo contrário, a oferta de serviço tem sido um diferencial nesses tempos, no qual o foco está na redução de custos, aumento da eficiência operacional e velocidade para tomar decisões. “Além do mais, nossa solução tem ajudado no combate a corrupção e no controle dos gastos públicos, permitindo que o cidadão tenha acesso a estas informações de forma transparente”, explicou Clayton Montarroyos, diretor da IN Gov.

Novas tecnologias

Com o advento do big data, um volume muito grande de informações está tomando conta das organizações. E a IN começou a perceber que havia um universo de dados que não estavam sendo contemplados, mesmo para os clientes que já possuem a plataforma de Business Intelligence (BI). E dessa necessidade, em 2016, surgiu a Analytics 10 (A10).

“Hoje, conseguimos contemplar um cliente com todo o processo de Analytics, de ponta a ponta. Saímos da posição de distribuição para ser uma empresa de consultoria analítica”, afirmou Rodrigo Segalla Uehara, diretor da Analytics10 (A10).

A10 tem a capacidade de fazer análises preditivas e cognitivas. Ou seja, ela atua desde o mundo BI, avaliando as informações atuais e também olha para o futuro, prevendo o comportamento do cliente, receita e toda a parte operacional. “Costumamos dizer que o mundo analytics é uma sopa de letrinhas e o cliente não precisa saber de tudo isso, mas a A10 sabe”, completou Uehara.

Mesmo assim, muitas pessoas se interessam em aprender a analisar os dados por conta própria. Por isso, a empresa criou sua quarta unidade, a Academia IN, que atua na esfera educacional e oferece cursos e workshops de capacitação sobre BI e Analytics. Os cursos podem ser feitos presencialmente ou a distância.

A consolidação do Grupo e de todos esses processos surge em um momento ímpar no País. “Vivemos uma onda de discursos sobre a importância de se fazer gestão. Porém, é preciso colocar isso em prática de forma efetiva e ser um gestor”, esclareceu Uehara. “Fazer a gestão sem ter efetivamente a inteligência não é gerir”, concluiu.

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