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Apenas 25% dos CIOs no Brasil dizem ter sofrido grandes ciberataques

Guilherme Borini

01/09/2017 às 13h55

ciberataques
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Estudo da consultoria KPMG, realizado em parceria com a Harvey Nash, aponta que, nos últimos dois anos, apenas 25% dos CIOs brasileiros enfrentaram grandes ataques cibernéticos. O resultado coloca o país atrás apenas de Índia (18%), Panamá (21%), Venezuela (21%), Barbados (25%) e China (25%) no ranking dos "países mais seguros".

O resultado no Brasil já é surpreendente, mas os números surpreendem ainda mais com a lista  dos países com mais incidentes: Japão (55%), Suíça (54%) e Holanda (51%). A pesquisa ouviu 4.498 CIOs e líderes de tecnologia entre 19 de dezembro de 2016 e 3 de abril de 2017 em 86 países.

Automação

Outro resultado de destaque no Brasil é no setor de automação cognitiva e robótica, em que 47% das empresas nacionais apresentaram recursos na área. A média mundial de investimentos é de 34% e, na América Latina, 31%.

Marcos Fugita, sócio da KPMG, explica que, ao usar automatização robótica de processos (RPA), o capital humano é direcionado para questões mais estratégicas e menos manuais. "Temos como exemplo o processamento de sinistros e entrada de dados. Há também implementações mais avançadas baseadas em conhecimento usando automação cognitiva, como assistentes de compras pessoais", comenta.

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