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Livro: 123 Dicas de Fotografia – ricas e valiosas informações!!

Você aprendeu a capturar fotografias desde pequenino(a). Se nasceu ao menos na década de 80 com certeza aprendeu a fotografar com as máquinas analógicas. Aquelas que usavam filmes químicos para capturar as imagens e que precisavam ser “reveladas”. O termo “reveladas” sempre teve para mim duplo sentido porque os filmes tinham que passar por um […]

Você aprendeu a capturar fotografias desde pequenino(a). Se nasceu ao menos na década de 80 com certeza aprendeu a fotografar com as máquinas analógicas. Aquelas que usavam filmes químicos para capturar as imagens e que precisavam ser “reveladas”. O termo “reveladas” sempre teve para mim duplo sentido porque os filmes tinham que passar por um processo químico para virarem negativos e depois adequadamente copiadas em papel fotográfico (a revelação fotográfica). Só aí que a foto “se revelava” para mim e poderia ser uma obra prima ou um monte de imagens desagradáveis e indesejadas. Não dava para ver como a foto tinha ficado até esta hora. Ainda assim havia no máximo 36 chances de tirar uma boa foto, capacidade dos maiores filmes químicos. A foto digital, com sua pré-visualização, mudou tudo isso! Só que não!

Com câmeras digitais e ótimos smartphones a quantidade de fotos que se pode capturar se tornou virtualmente infinita. Em uma incrível viagem que fiz com amigos na época da faculdade, tiramos uma quantidade insana de fotografias (analógicas), cerca de 250 em um mês! Hoje em dia isso pode ser capturado em um dia apenas, ou em uma tarde! Mas isso quer dizer que as fotos ficaram melhores? Afirmo categoricamente que não!

Fotografar é uma ARTE. Fotos realmente boas exigem mais que “apontar e clicar”. Indo direto ao ponto, meu graaaaaaande amigo José Antônio Ramalho, de tantas viagens que fizemos juntos em eventos e workshops de tecnologia, é uma pessoa ímpar. Viveu por mais de uma década dos seus livros de informática (mais de 80!!), virou “aventureiro profissional” viajando pelos 4 cantos do mundo e… fotografando MUITO! Óbvio, tornou-se um grande expert. São 117 livros sobre tecnologia, mitologia e, claro, fotografia!!

No livro “123 DICAS de Fotografias – da foto ordinária à extraordinária” Ramalho conseguiu algo inestimável! Com uma linguagem muito simples, sem usar o idioma “fotografês”, sem excesso de tecnicismo, explicando quando necessário algum termo importante, desmistificar a boa fotografia. Cada uma das 123 dicas é acompanhada de uma ou mais fotografias que ilustram o ponto explicado. Dessas dicas todas, algumas delas eu até conhecia, mas não sabia o porquê das coisas, ou não aplicava da melhor forma. E não são dicas apenas do manuseio ou regulagens ou ajustes da câmera ou celular. Não!

Há dicas inestimáveis sobre enquadramento, o que deve ser privilegiado, como chamar a atenção de uma parte da foto, como torná-la mais interessante com o uso de vários planos, como usar o foco para destacar um elemento ou mesmo isolá-lo… Melhores horários em função do elemento capturado, como eliminar a “névoa” em fotos tiradas da janela de um avião, fotos noturnas, fotos de ação, uso de flash de dia, de noite, quando não usar o flash, como lidar com a luz e obter o melhor resultado, como “congelar movimento”, como dar efeito de movimento, pessoas, paisagens, animais, como fazer a melhor captura…

Sinto-me tentado aqui a sair contando algumas das dicas, mas não farei isso aqui por dois motivos. Para não estragar as surpresas e porque não teria competência de explicar como o Ramalho consegue. Minha dica é a seguinte. Compre o livro, deite-se em uma rede na varanda de sua casa, ou em outro lugar que se sentir bem confortável e mergulhe neste delicioso e bonito livro. Há fotos incrivelmente belas. Eu o(a) desafio. Vai ler este livro em duas ou três “deitadas na rede” e vai aprender muito, reforçando conceitos que já tem e incorporando novos, deleitando-se, como eu disse, com incríveis capturas feitas pelo meu amigo Ramalho.

Mas um exemplo vou mostrar. Muitas vezes fazemos um enquadramento de uma ampla paisagem na qual o elemento principal está distante. Pode ficar mais interessante incluir no primeiro plano algum elemento mais próximo, também em foco (existe uma técnica para este foco amplo – abertura pequena) para dar mais equilíbrio à foto. Esta é a dica número 33 (Preencha o Primeiro Plano).

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