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Na carreira de TI, inteligência emocional pode fazer a diferença

Para Rubens Borges, profissionais perderam espaço no mercado de trabalho por estarem presos a tecnologias ultrapassadas

André Spera

17/10/2018 às 19h48

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Hoje, Rubens Borges é sócio-diretor da Íntegra Capacitação Empresarial. Mas iniciou sua carreira como programador de cartão perfurado, no tempo em que nem haviam disquetes no cotidiano dos computadores. "Ao longo desses anos, vi muitas transformações tecnológicas, e profissionais que perderam espaço no mercado de trabalho por estarem presos a tecnologias ultrapassadas".

Ele apresentou painel durante o IT Forum Expo 2018, parte da programação do palco Future Ready.

Para Borges, a grande diferença em sua carreira foi o conhecimento aliado a habilidades comportamentais - pois a tecnologia muda sempre, mas é cada vez mais fácil de ser implementada. "É necessário resiliência e habilidade emocional, principalmente. Em qualquer tipo de negócio, não é mais uma questão de se as rupturas vão ocorrer, mas quando".

Mudança de foco

Se em um momento anterior o profissional de TI estava mais ligado ao desenvolvimento e manutenção de sistemas de gerenciamento de negócios, hoje o quadro é diferente.

"Muito se fala que o integrador de sistemas precisa ser criativo. Contudo, ele precisa ao mesmo tempo ser uma força motivadora e catalisadora de tecnologia. A ideia é criar uma experiência agradável para os clientes. Hoje, precisamos ajudar a alavancar os negócios."

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