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Cibercrime dará plantão durante a Cyber Monday. Cuidado!

Ofertas chegam a 70%, mas é preciso ficar alerta aos perigos

25/11/2018 às 11h09

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Desde a sua primeira edição em 2012, a Cyber Monday – que ocorrerá no dia 26 de novembro, próxima segunda-feira - vem cativando um número cada vez maior de consumidores atraídos pelas promoções do comércio on-line. Aproveitando toda a publicidade gerada pela já tradicional Black Friday, a Cyber Monday oferece aos que não se beneficiaram dos descontos da sexta-feira uma nova oportunidade de aproveitar, na segunda-feira subsequente, ofertas com até 70% de desconto.

Claro que com o aumento no fluxo de pessoas realizando compras pela Internet é registrado também um aumento das tentativas de furtos de dados sensíveis dos consumidores, como informações bancárias, senhas de acesso e dados de cartões de crédito. Todo o cuidado é pouco.

Segundo um relatório da empresa Symantec, o Brasil está entre os países que mais sofreram com o cibercrime em 2017, com 62 milhões de pessoas tendo sido afetadas somente no ano passado e com os ataques gerando perdas na casa dos US$ 22 bilhões. O País vem apresentando um rápido crescimento no emprego de mobile banking e de compras pela internet através de aplicativos móveis.

Diante desse cenário, os bancos e as instituições financeiras têm um importante papel no sentido não só de promover uma cultura de segurança para os seus clientes, como também adotar tecnologias eficazes que minimizem os riscos de fraudes online, evitando expressivos prejuízos financeiros e os decorrentes da perda de reputação em um segmento no qual a confiabilidade é fundamental.

Presente em mais da metade nos cem maiores bancos globais, a OneSpan tem uma grande experiência na prevenção de fraudes online, conhecendo bem os desafios que a segurança enfrenta nesse segmento em particular. Will LaSala, diretor de Soluções de Segurança e evangelista em Segurança da empresa, relaciona quatro recomendações importantes:

1. Os bancos devem implementar autenticação por múltiplos fatores que reforce a segurança e seja de fácil de uso por parte do correntista. Eles devem adotas as mais recentes tecnologias adaptativas de autenticação disponíveis que analisam e classificam usuários, aparelhos e dados de transações em tempo real para determinar qual a autenticação mais indicada para cada operação;

2. Ter a certeza de que o aplicativo do banco está aderente aos padrões da indústria, mantendo-o seguro contra as mais recentes ameaças e vulnerabilidades;

3. Educar e alertas os seus clientes é uma postura crucial para o sucesso de qualquer estratégia de segurança. Em um cenário em que os ataques estão em alta, os consumidores necessitam saber como se comportar, não abrindo e-mails fraudulentos, nem clicando em links suspeitos ou abrindo anexos não identificados;

4. Todas as aplicações móveis, incluindo os aplicativos de compra e de comércio, devem ser capazes de proteger a si próprios em ambientes de aparelhos não seguros. Para defender qualquer aplicativo móvel contra ataques sofisticados, é recomendado o uso da tecnologia shield, que impede que os criminosos injetem códigos no aplicativo para posterior distribuição em lojas não credenciadas ou em sites.

Na visão de Will LaSala, segurança on-line é algo tão importante e envolve valores tão exponenciais que tanto o consumidor como quem entrega serviços ou produtos devem compartilhar as responsabilidades. “O consumidor precisa se conscientizar e fazer a sua parte ficando atento às tentativas dos criminosos e escolhendo com critério os bancos e lojas online que mais se preocupam em investir na segurança de seu negócio. E quem comercializa serviços ou produtos pela Internet precisa entender que a manutenção de seu negócio no longo prazo depende da adoção de uma política eficaz de segurança capaz de proteger efetivamente seus consumidores e os dados sensíveis deles dos cibercriminosos.”

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