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IoT simplificará sobremaneira a vida das pessoas

Para VP da Dell para América Latina, o poder dessa nova tecnologia é ilimitado

Hoje, estima-se que a quantidade média de coisas conectadas nas casas é de cerca de cinco dispositivos. Esse número, contudo, saltará exponencialmente com o avanço da internet das coisas (IoT) e, ainda, com a possibilidade de que as coisas se comuniquem entre si e gerem inteligência.

“A tecnologia faz mudar hábitos. Olhamos para frente e é difícil imaginar o futuro. Mas IoT e machine learning têm um potencial enorme, simplificando nossas vidas de forma brutal. Veja o telefone, ninguém mais lembra os números das pessoas. Isso acontece porque os hábitos mudaram em função do digital”, avaliou Diego Majdalani (foto), vice-presidente sênior da Dell para a América Latina.

América Latina sob os holofotes

Para o executivo, na América Latina, um dos grandes potenciais de mudança gerado pela internet das coisas está na construção de cidades inteligentes. “Esse processo, contudo, não será um Big Bang. Será algo incremental, onde se agregam coisas até chegar a uma solução maior”, sinalizou ele. A segunda vertical de maior impacto, estimou, está em manufatura, seguida por transportes.

Majdalani ressaltou que a América Latina está, sim, preparada para a chegada da onda da internet das coisas. “Estamos à frente de outras regiões em gateway e sensores, por exemplo, porque nossa necessidade de inovar e resolver problemas com poucos recursos nos faz mais criativos”, comentou ele.

Jeremy Burton, chief marketing officer (CMO) da Dell, destacou que a visão de que países emergentes, como o Brasil, estão atrás de outros quando o assunto é tecnologia, está equivocada. Para ele, muitos países emergentes têm avançado sobremaneira em infraestrutura. “Na Índia, já vemos vacas conectadas, para determinar o melhor momento ordenhá-las e alimentá-las”, exemplificou.

Burton acredita que a evolução desse mercado será rápida, já que as necessidades acontecem muito em função da competitividade dos negócios. “Empresas disruptivas chegam, além de novos modelos negócios, e demandam uma reação do mercado”, finalizou.

*A jornalista viajou a Nova Iorque (EUA) a convite da Dell Technologies

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