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Data center: 5 tendências para 2019

Vertiv aponta que edge computing tomará mercado. Confira outras tecnologias que marcarão o próximo ano

Redação

05/12/2018 às 10h36

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A Vertiv, empresa de soluções de infraestrutura crítica para data centers, redes e ambientes industriais, aponta as cinco principais tendências em data centers em 2019. Segundo especialistas da Vertiv de todo o mundo, o Edge Computing continua a ser o epicentro da inovação em tudo o que diz respeito ao data center.

Em 2019, ganha destaque o uso de mais inteligência para simplificar as operações, habilitar o serviço e o gerenciamento remoto. A crescente sofisticação do Edge Computing é outra tendência de data center a se prestar atenção em 2019. Confira todas as tendências a seguir.

1. Simplificando o Edge Computing

Um Edge Computing mais inteligente, simples e autossuficiente vem ao encontro de tendências mais amplas do mercado e do consumidor. Isso inclui a Internet das Coisas (IoT) e a iminente implantação das redes 5G. A meta é proporcionar uma computação potente e de baixa latência, mais próxima ao usuário final.

Para muitas empresas, o Edge Computing se tornou a parte mais crítica de seu ecossistema digital. Sistemas de infraestrutura inteligentes com recursos de machine learning, em conjunto com analytics baseados em nuvem, estão mudando completamente a forma como se pensa o Edge Computing e os serviços de Edge. O resultado será um Edge Computing mais robusto e eficiente, com maior visibilidade e recursos de manutenção automática que demandam pouco gerenciamento ativo.

2. Revolução da  força de trabalho

O envelhecimento e a aposentadoria da força de trabalho e a defasagem dos programas de treinamento em relação aos data centers e à evolução do Edge Computing vêm criando desafios no mundo todo. Isso irá disparar várias ações em 2019.

Primeiramente, as empresas começarão a mudar a forma como contratam profissionais de data centers, distanciando-se dos programas de treinamento tradicionais em direção a instruções mais ágeis e específicas do trabalho, com foco no Edge Computing. Mais treinamento acontecerá dentro das instalações. Em segundo lugar, as empresas se voltarão para sistemas inteligentes e machine learning a fim de simplificar as operações, preservar o conhecimento institucional e possibilitar um serviço e uma manutenção mais previsíveis e eficientes.

3. Sistemas UPS mais inteligentes e mais eficientes

]Novas baterias alternativas apresentarão oportunidades para uma adoção mais ampla dos sistemas UPS capazes de interações mais elegantes com a rede. No curto prazo, isso irá se manifestar nos recursos de gestão de cargas e redução dos picos de demanda. Por fim, veremos empresas usando parte da energia armazenada em seus sistemas UPS para ajudar as instalações a operar a rede elétrica. O armazenamento estático de toda aquela energia foi, por muito tempo, visto como um gerador de renda prestes a acontecer. Estamos nos aproximando das aplicações críticas.

4. Buscando a padronização

O data center, mesmo na era do projeto modular e pré-fabricado, continua sendo complexo demais para oferecer uma total e plena padronização do equipamento. Mas existe interesse em realizar esse avanço em duas frentes: padronização dos componentes do equipamento e normalização da configuração do data center.

Esta última, em especial, vem se manifestando no uso de arquiteturas e tipos de equipamentos consistentes, com diferenças regionais, para manter os sistemas simples e os custos baixos. Em ambos os casos, o objetivo é reduzir os custos do equipamento, diminuir os cronogramas de entrega e implantação e simplificar o serviço e a manutenção.

5. Processadores de alta potência e resfriamento avançado

À medida que as taxas de utilização dos processadores aumentam para executar aplicações avançadas, como reconhecimento facial ou análise de dados avançada, os processadores de alta potência geram a necessidade de abordagens inovadoras no que diz respeito ao gerenciamento térmico. Vem se tornando viável realizar o resfriamento direto de líquido no chip, ou seja, o processador ou outro componente é parcial ou totalmente imerso em um líquido para dissipação do calor.

Embora esse modelo seja mais comumente usado nas configurações de computação de alto desempenho, os benefícios, que incluem melhor desempenho do servidor, maior eficácia em altas densidades e menor custo de resfriamento, justificam as considerações adicionais. Outra área de inovação no gerenciamento térmico é o resfriamento extremo sem água, uma alternativa – cada vez mais utilizada – à tradicional tecnologia de água gelada.

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