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Dynatrace redefine monitoramento de performance digital

Para se diferenciar no mercado, empresa mira usuários e não infraestrutura

Geralmente, o monitoramento de performance digital analisa a infraestrutura: aplicações, servidores, banco de dados e outras tecnologias do tipo. A Dynatrace, no entanto, tem uma estratégia diferente, mirando usuários e seus comportamentos no universo on-line, tudo isso, claro, respeitando a privacidade.

˜Redefinimos o conceito de monitoração. Monitoramos o usuário em tempo real, suas transações, e, depois disso, chegamos à causa raiz, quer seja na infraestrutura, no código ou na nuvem”, explica Roberto de Carvalho, diretor-geral da Dynatrace para a América do Sul e country manager para o Brasil. O olhar pura e simplesmente voltado para a infraestrutura dá lugar ao comportamento do usuário. É como se fosse uma tomografia computadorizada na TI, compara o executivo.

Para incrementar essa estratégia, a Dynatrace incluiu em suas soluções recursos de inteligência artificial que analisa milhões de dependências e identifica o problema. A empresa lançou em janeiro o Davis, chatbot de interface para monitoramento de desempenho de aplicações na web.

Com ele, a resolução de problemas em aplicações on-line é simplificada e automatizada. A ferramenta detecta anomalias, interage e fornece respostas em tempo real para a equipe de TI, permitindo o monitoramento de sistemas para uma gestão preventiva e não mais reativa.

“Só se pode controlar o que se tem visibilidade e nesse ponto a tecnologia tem papel fundamental”, alerta Steve Pace, vice-presidente sênior de vendas globais da Dynatrace. Mas e quando o problema acontece, como remediar? Carvalho aconselha empresas a analisar, em um primeiro momento, o impacto nos negócios, e, depois,  investir em auto-remediação.

Avanço dos negócios
Com a abordagem de monitoramento do usuário, a Dynatrace tem-se destacado em seu mercado de atuação. Tanto que em seu último ano fiscal, finalizado em 31 de março, a expansão da companhia foi expressiva, garante Carvalho.

Com presença em 30 países, a região é estratégica. O executivo não divulga números locais, mas, segundo ele, somente o negócio de licenças cresceu 90% em solo nacional. Além disso, a empresa conquistou 25 novos clientes por aqui, dos 40 na América Latina. “Nosso apetite para crescer é grande e projetamos salto de dois dígitos”, finaliza.

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