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Engajamento é chave em campanhas de e-mail marketing

Estudo da Return Path lista fatores de sucesso nas famosas mensagens

Redação

03/04/2018 às 19h03

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A Return Path, provedora global de soluções de dados, lançou o relatório com base no comportamento de clientes diante de mensagens comerciais. O estudo apresenta taxas de sete métricas de e-mail marketing: entrega em pasta de spam; leitura; exclusão sem leitura; resposta; encaminhamento; reclamação; e marcação como “não é spam”. “Juntas, essas ações dizem muito sobre o engajamento de clientes e auxilia os profissionais de e-mail marketing a definir e redefinir estratégias de campanha”, ressalta Rafael Viana, Estrategista de Email Senior da Return Path.

"Nos últimos anos, os sinais de engajamento dos assinantes tornaram-se um fator crítico na filtragem de e-mails indesejados, principalmente por parte de grandes provedores, como Microsoft, Google e Yahoo!. Constantemente, esses provedores têm buscado melhorar a experiência do cliente e refinar sua capacidade de entregar apenas mensagens desejadas na caixa de entrada dessas pessoas", diz Tom Sather, diretor sênior de pesquisa da Return Path.

"Os dados de engajamento também fornecem insights interessantes para que profissionais de marketing melhorem o relacionamento com os clientes, aumentando as chances de conversão das campanhas. Infelizmente, muitas marcas se dividem entre as que não acompanham essas métricas e as que simplesmente nem sabem que elas estão disponíveis", completa Sather.

A seguir estão as principais conclusões da terceira edição do relatório As métricas ocultas da entregabilidade de e-mails:

1. Pasta de spam tem recebido mais mensagens

Pelo terceiro ano consecutivo, o índice de mensagens entregues na caixa de spam aumentou, passando de 12% em 2015, para 12,5% em 2016 e agora 13,5% em 2017.

2. Consumidores demonstram mais atenção às mensagens classificadas erroneamente

Os consumidores estão mais dispostos do que nunca a resgatar mensagens da pasta de spam, como demonstra o aumento da taxa “não é spam”, de 0,03% em 2015, para 1,04% em 2016 e 1,77% em 2017.

3. Menos spam, mais leitura

As indústrias com a menor taxa de mensagens marcadas como spam (bancário e financeiro, fabricação e distribuição e seguros) também superaram quase todas as demais no quesito leitura, importante para medir o engajamento dos assinantes.

4. Taxa de spam varia por indústria

A quantidade de e-mail entregue na pasta de spam variou significativamente entre as indústrias. Por exemplo, de apenas 3,5% para os remetentes em fabricação e distribuição para 23,7% para educação, instituições sem fins lucrativos e governo.

5. Mais leitura antes da exclusão

O estudo mostra uma ligeira queda na taxa de leitura de e-mails, de 22,2% em 2016 para 21,5% em 2017. Porém, também houve queda no índice de pessoas que deletam as mensagens sem terem lido: de 12,5% em 2016 para 11,9% em 2017.

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