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Armazenamento em flash

O impacto do armazenamento em flash nos negócios

Sistema permite análise e coleta de informações de maneira mais rápida e em tempo real; até 2020, haverá mais de 44 trilhões de gigabytes de dados disponíveis no mundo

Com a transformação digital –  que atinge diversas áreas e instituições ao redor do mundo, no qual todos os processos estão baseados em soluções de tecnologia – cada vez mais dados devem ser processados pelas companhias. Com a adoção de soluções de Internet das Coisas (Internet of Things, ou IoT), Inteligência Artificial e Big Data, mais dados são gerados e a velocidade na qual as empresas respondem a eles é cada vez mais importante. Até 2020, haverá mais de 44 trilhões de gigabytes de dados disponíveis no mundo, de acordo com estudo feito pela Accenture. Desse total, 35% serão úteis para análise. Entra em cena o armazenamento em flash, uma memória do tipo EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory), que permite que múltiplos endereços sejam apagados ou escritos em uma só operação.

De maneira simples, trata-se de um chip que pode ser reescrito e, ao contrário da memória RAM convencional, preserva o conteúdo sem necessidade de fonte de alimentação. Segundo Wilson Grava, vice-presidente de vendas para a América Latina da Pure Storage, para contar uma empresa que processa em tempo real, é preciso considerar não somente os aspectos de software, mas também o desempenho de toda a infraestrutura de TI.  A proposta de tecnologia flash é promover acesso mais rápido aos dados, para elevar o processamento de transações e acelerar as aplicações e os serviços.

No setor de saúde, o armazenamento em flash vem para proporcionar acesso mais rápido aos dados armazenados, o que resultaria em mais tempo dedicado ao cuidado com o paciente. Na indústria, o foco é que sejam realizadas análises com mais rapidez e integração de fornecedores em tempo real, ao passo que, no e-commerce, pode melhorar as taxas de conversão e reduzir os abandonos de carrinhos de compras, já que acelera o processamento de informações e a empresa consegue, em curto espaço de tempo, identificar o consumidor que deixou de comprar e criar ações para reverter o quadro. “Há, em todos os casos, ganho de velocidade, com aplicações que passavam um fim de semana inteiro para finalizar, terminando em duas horas”, completa Grava.

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