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Jovens criam fintech que promete revolucionar meios de pagamento

Editorial IT Forum 365

05/12/2017 às 9h44

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Com uma mistura de tecnologia de ponta e pensamento “fora da caixa”, os jovens empreendedores João Miranda e Thiago Arnese, de 22 e 24 anos, respectivamente, resolveram inovar. Ambos criaram a Hash lab, uma startup especializada em meios de pagamentos, com plataforma própria que permite que o cliente seja um provedor de serviços de pagamento (PSP), gerando valor ao ponto de venda. A pouca idade dos seus idealizadores não representa falta de maturidade. Muito pelo contrário: a empresa apresenta um novo estilo para desenvolver ferramentas mais completas tendo como base o perfil jovem de seus fundadores e de sua equipe.

Inseridos em um mercado com crescimento em ritmo acelerado – números recentes da FintechLab, que realiza um levantamento anual sobre companhias do setor, indicam avanço de 87% no segmento de fintechs – os empreendedores, que já atuaram juntos na Pagar.me, enxergam a forte burocracia e o alto nível de complexidade do setor como inspiração para inovar e criar novas tecnologias.

A novidade do formato da companhia vem em duas frentes: o tamanho da equipe e o tipo de tecnologia utilizada. Esses elementos se complementam, pois ao investir em uma infraestrutura mais completa é possível atuar com um time mais enxuto sem perder performance e escalabilidade. O perfil jovem não é nenhum impeditivo no crescimento do empreendimento, que em menos de três meses de operação já soma R$ 300 mil transacionados em sua plataforma e mais de 200 estabelecimentos comerciais usuários.

Para Arnese, o segredo do sucesso é ser resiliente e ter em mente que quanto maior a demanda e a dificuldade, maior será o retorno e a valorização dos negócios. “Ao utilizar o que há de mais avançado na tecnologia para o mercado financeiro, conseguimos ser mais ágeis, precisos e amplos, atuando na prevenção de problemas ao invés da resolução e remediação.”

Miranda complementa que o objetivo é atuar no desenvolvimento de infraestrutura para descentralizar o poder financeiro. "Queremos aumentar nossa capacidade de distribuição e atuação, possibilitando que nossos clientes tenham maior autonomia e liberdade comercial para determinarem seu próprio modelo de negócios”, afirma.

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