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Lições de liderança com Bernardinho, técnico da seleção brasileira masculina de voleibol

Déborah Oliveira

15/04/2016 às 12h35

Lições de liderança com Bernardinho
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Nas quadras, Bernardo Rocha de Rezende, conhecido como Bernardinho, técnico da seleção brasileira masculina de voleibol, grita e vibra com o time. Mais do simplesmente orientar a equipe, ele preza pela motivação de seus jogadores com uma liderança invejável. E o que líderes de TI podem aprender com ele, que acumula mais de 30 títulos em sua história profissional? Muito.
Em evento realizado nesta semana, Bernardinho contou que o segredo de equipes campeãs é unir pessoas em torno de uma causa. “Isso leva a resultados impressionantes”, afirmou o líder, para quem a tentativa de melhores resultados é uma constante. 
Isso acontece porque as pessoas são movidas pela necessidade de entrega de resultados. E isso, naturalmente, implica em constante reinvenção. Ele usa o esporte, sua especialidade, para ilustrar diversas situações da vida de superação, como quando as pessoas dizem que o resultado foi suado. “O atleta tem de ser levado ao limite o tempo todo. Se ele acordar e disser que não está sentindo dor, não acordou”, observou. No mundo corporativo não é diferente. É preciso sempre fazer mais e melhor.
Ele lembrou, no entanto, que nem sempre os melhores profissionais formam os melhores times. O segredo é selecionar e reter os talentos certos, adequados à cultura da empresa e ao estilo da equipe. 
Mas como construir uma equipe de sucesso? Segundo Bernardinho, observação é a chave. “É preciso ficar atento à genialidade, determinação e, especialmente, paixão.” Se no esporte os talentos são movidos a replay, porque um belo gol ou jogada é reprisado dezenas de vezes, no mundo corporativo esse indicador vem por meio de resultados, números e eficiência permanente, comparou ele.
Para o técnico da seleção masculina de voleibol, determinação e talentos geram, sim, bons resultados. Contudo, para isso, é necessário alto grau de motivação. “A necessidade motiva pessoas, mas o segundo pilar é o amor pelo o que se faz.” O vilão do sucesso, alertou, é o ego. No esporte e na vida, esse item pode colocar tudo a perder. 

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