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Para Brasscom, aqueles que não se transformarem digitalmente estão fadados ao fracasso

Déborah Oliveira

09/11/2016 às 11h07

Para Brasscom
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O Brasil, atualmente, ocupa a décima posição em investimento em TIC em todo o mundo. O País tem forte exportação de hardware, software e aposta na tecnologia para crescer. Há, contudo, muito espaço para ampliar os números, especialmente com a onda da transformação digital que chega forte por aqui.

“Quem não se transformar digitalmente pode se preparar para morrer. Essa reflexão é importante. O setor [de TI] precisa assumir responsabilidade de políticas públicas que interferem na dinâmica do segmento”, alertou Sérgio Gallindo, presidente-executivo da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), na abertura do IT Forum Expo, realizado nos dias 8 e 9 de novembro, em São Paulo.

Gallindo lembrou que até 2025 um dos pilares da transformação, a internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) movimentará US$ 19 trilhões, conectando 500 bilhões de dispositivos. “Estimamos que o Brasil consiga abocanhar pelo menos US$ 350 bilhões desse total. Por isso, precisamos de políticas públicas para IoT, que afetará todos os setores.”

Ele afirmou que a Brasscom mantém no radar o tema digital e que, inclusive, o assunto se faz presente em seu plano estratégico, ao lado de competitividade. Há, contudo, alguns entraves pela frente. “Ainda temos muitas amarras, como tributária e trabalhista”, lembrou.

O executivo aproveitou a oportunidade para alertar que entidades de classe e empresas precisam se unir para posicionar TIC como prioridade no cenário nacional. “Vamos pensar, vamos colocar preocupação. Vamos passar a ser um setor organizado, fazendo nosso papel nos negócios e na esfera pública”, incentivou.

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