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Segurança cibernética: qual é o score de risco da sua empresa?

Fico aposta na consulta gratuita em todo o mundo para disseminar importância da cibersegurança em qualquer tipo de negócio

Solange Calvo

15/08/2018 às 11h00

segurança cibernética
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Nascida no Vale do Silício (EUA), reduto tecnológico global, a empresa de software analítico Fico afia sua estratégica com o oferecimento gratuito do Enterprise Security Score (ESS), serviço de cibersegurança baseado em machine learning, a qualquer companhia que deseja saber qual é a sua pontuação (score) de risco em segurança cibernética.

A partir da pontuação, que varia entre 300 (mais baixa) e 900 (mais elevada), é possível medir o risco maior ou menor de sofrer um ciberataque, capaz de provocar inúmeros prejuízos financeiros e de credibilidade. “Há casos em que a imagem da empresa é abalada de maneira irreversível, especialmente nos de roubo de dados pessoais de clientes”, alerta Fábio Goepfert, diretor da Fico para América Latina.

O ESS não se restringe à consulta dessa pontuação da empresa interessada, vai mais além. É possível consultar os integrantes da cadeia de negócio da qual ela faz parte. “É importante saber se parceiros e fornecedores, por exemplo, que se relacionam nesse ecossistema, estão protegidos e não representam risco”, destaca o executivo. “O ESS mostra não somente o total da pontuação, mas fatiado em camadas, possibilitando que a empresa verifique onde é necessário reforçar a segurança”, acrescenta.

Além disso, a Fico acredita que as organizações poderão aprender como seus parceiros de negócios e seguradoras cibernéticas veem a segurança de suas redes. Os Chief Risk Officers (CROs) também poderão quantificar o risco decorrente da falta de manutenção da rede e do comportamento dos usuários, que aumentam as probabilidades de sofrer uma violação de dados em larga escala.

Indicadores de peso

Nesse mercado, irão se beneficiar seguradoras que usarão as pontuações para precificar seguros de cibersegurança de maneira precisa e não mais empírica. Mas o que há por trás do ESS? Ele se baseia em bilhões de indicadores de risco cibernético, monitorados na escala da internet, apoiado em machine learning, para interpretar práticas de limpeza da rede de milhares de organizações previamente violadas e então formar preditivos.

A tecnologia da Fico é consagrada no mercado financeiro, promovendo e facilitando avaliações para aprovações de crédito. “Cerca de dois terços de cartões de crédito no mundo são protegidos pela Fico. E as mais importantes instituições financeiras usam o serviço da empresa para classificar clientes para concessão de crédito, mediante avaliação de risco por score”, aponta Goepfert.

Para entender melhor como crimes de cibersegurança afetam as empresas brasileiras e como seus líderes avaliam este grau de ameaças, a Fico fez a lição de casa. Em parceria com a consultoria de pesquisas Ovum, realizou neste ano estudo global, incluindo o Brasil, e constatou que 70% dos entrevistados brasileiros (entre diretores e executivos C-Levels de TI) esperam que os ataques cibernéticos aumentem no próximo ano, enquanto 30% dizem que eles permanecerão no mesmo patamar, embora nenhum entrevistado espera que eles caiam.

Ao que tudo indica, ainda há muito chão a percorrer em relação à conscientização e à eficácia da cibersegurança em todo o mundo, em especial no País.

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