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Quais foram as piores ameaças cibernéticas de 2016?

Quais foram as piores ameaças cibernéticas de 2016?

Quais foram as piores ameaças cibernéticas de 2016? Intel Security detalha foco de atuação de hackers nos últimos meses e como se proteger dos ataques pela web

Ransomware, hackeamento de câmeras e disseminação de aplicativos falsos para smartphones foram algumas das ameaças cibernéticas que se destacaram em 2016, fazendo milhares de vítimas. A Intel Security listou as ameaças que foram destaque em 2016 e algumas dicas para se proteger.

1. Ransomware
2016 deverá ser lembrado como ano do ransomware. O aparecimento do ransomware as a service permitiu que mesmo pessoas sem conhecimento técnico pudessem comprar kits na deep web, criptografar máquinas e pedir resgates não rastreáveis por meio de bitcoins.

A facilidade de acesso e o lucro fácil fez com que a ameaça se espalhasse rapidamente e fizesse milhares de vítimas. De acordo com dados do McAfee Labs foram encontradas mais de 1,3 milhão de amostras de ransomware apenas no terceiro trimestre de 2016.

2. Vazamentos de dados
Todos os anos, vemos exemplos de ataques que resultam no vazamento de dados e roubo de senhas de serviços como e-mail, redes sociais ou lojas virtuais. Os ataques têm a intenção de expor os usuários de alguns serviços e roubar credenciais. Em 2016, hackers divulgaram dados de usuários de site de conteúdo adulto e também roubaram credenciais de e-mails e serviço de armazenamento de arquivos na nuvem.

3. Malwares móveis
Os malwares móveis não param de crescer. Apenas no terceiro trimestre de 2016, o McAfee Labs coletou mais de 2 milhões de amostras de malware móvel. As ameaças muitas vezes chegam por SMS ou aplicativo de mensagens, prometendo prêmios, recarga gratuita ou novas funcionalidades para aplicativos.

4. Aplicativos falsos
Hackers desenvolveram diversos aplicativos falsos para espalhar malwares para smartphones e roubar dados dos usuários. Esse ano vimos casos de aplicativos falsos como para o jogo Pokémon Go, quando o app ainda não estava oficialmente funcionando no Brasil, e até um aplicativo falso que prometia efetuar recarga da operadora, mas roubava os dados do usuário.

5. Hackeamento de câmeras
Outro assunto bastante discutido no ano foi a possibilidade de hackeamento de câmeras de notebook e até de televisores conectados à internet. Casos de pessoas chantageadas após terem momentos íntimos gravados por hackers viraram notícia e fizeram os usuários se preocuparem com casos de invasão de câmeras.

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