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Para brasileiro, apps são tão importantes como comer, beber e respirar

Pesquisa da A10 Networks revela que 61% dos brasileiros não conseguem viver sem seus aplicativos pessoais e profissionais

Qual a importância dos aplicativos em nossas vidas? Será que podem ser considerados mais importantes do que comer e beber? Ou tão importantes quanto a luz do sol ou estar com nossas famílias? De acordo com os resultados do Relatório de Inteligência de Aplicativos da A10 Networks – AIR (sigla em inglês para Application Intelligence Report), aplicativos pessoais e profissionais estão tão integrados em nossas vidas que muitas pessoas ao redor do mundo acreditam que é impossível e até fisicamente desconfortável viver sem eles, comparando sua importância às necessidades básicas dos seres humanos como comer, beber, respirar e socializar.

Para o levantamento, foram entrevistadas mais de 2 mil pessoas entre profissionais de negócios e TI de companhias de variados setores em dez países, que representam algumas das maiores economias e possuem o maior crescimento da adoção de tecnologias, incluindo, além do Brasil, China, França, Alemanha, Índia, Japão, Singapura, Coreia do Sul, Reino Unido e Estados Unidos. A pesquisa AIR utilizou uma abordagem simples para examinar os lados humanos e culturais das tendências tecnológicas, especialmente, a interação das pessoas com aplicativos e as implicações crescentes de segurança da informação que impactam as vidas pessoais e profissionais.

Algumas das principais revelações da pesquisa apontam que 58% dos brasileiros acreditam que aplicativos são igualmente importantes ou tão importantes como água, comida e moradia, frente a uma média global de 49%. Quando perguntados sobre sua dependência dos aplicativos, 96% dos brasileiros respondeu que não pode viver sem eles ou que até conseguiriam, mas isso seria um grande esforço. A média mundial também é elevada, de 84%.

Os brasileiros ainda responderam que preferem perder as calças e as chaves do carro do que perder seu smartphone, ficando atrás apenas dos chineses e sul coreanos, quanto ao desespero de perder o dispositivo.

Mesmo com toda essa dependência, o brasileiro só se preocupa com a segurança da informação na hora de baixar e instalar aplicativos – 86% concordam que há riscos, acima da média mundial de 83%. Depois desta etapa, dois entre três brasileiros colocam sua confiança de que de desenvolvedores e o departamento de TI de suas empresas irá cuidar da segurança dos seus dispositivos contra criminosos virtuais.

Quando perguntados sobre serem possíveis vítimas de ciberataques, 29% responderam que “Apenas tentam não pensar sobre isso” e 50% confiam nos fabricantes, empresas, desenvolvedores e equipe de TI para mantê-los seguros. Ainda, o brasileiro se comporta mal no que se refere às senhas – 44% usam o mesmo código de acesso para todos ou a maioria de seus apps, comparada à média global de 40% no restante dos países.

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