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SAP mantém crescimento de negócios em cloud no Brasil

SAP mantém crescimento de negócios em cloud no Brasil

Fabricante alemã comemora resultados positivos em solo nacional, com expansão de três dígitos

A nuvem tem-se tornando protagonista nos negócios da SAP em todo o mundo. Na divulgação de resultados do terceiro trimestre de 2016, realizada nesta semana, a fabricante alemã de software apurou crescimento de 8% nas vendas de forma geral, movimentando 5,4 bilhões de euros (US$ 5,9 bilhões), sendo que a comercialização de software em nuvem saltou 8,5%.

Embora a companhia não divulgue números locais, Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil, relata que o cenário foi parecido por aqui. Segundo ela, a companhia registrou aumento da receita total na ordem de dois dígitos frente ao mesmo período do ano passados, sendo que a cloud obteve expansão de três dígitos.

“Os resultados mostram que estamos fazendo as apostas certas rumo à transformação digital”, sintetiza a executiva. Ela indica que, globalmente, a empresa tem observado crescimento na adoção de seu ERP repaginado, o S/4 Hana, somando, agora, 4,1 mil clientes. “No Brasil não é diferente. Nossos clientes têm apostando em um core digital e por isso estão adotando a tecnologia”, completa.

Cristiana conta que o fato de a empresa ter aberto um data center local recentemente para oferta de nuvem contribuiu para o aumento da procura, especialmente em setores altamente regulados, como o financeiro, que não podem enviar para fora dados de clientes.

De acordo com Cristina, o destaque nas vendas de soluções em nuvem do terceiro trimestre deste ano foi a solução SAP Hana Enterprise Cloud (HEC), plataforma que permite a transição do ambiente on premise de aplicações das empresas para outro mais efetivo.

No que se refere aos segmentos de mercado brasileiros que registraram melhor performance em vendas, destacam-se Varejo, Energia & Recursos Naturais e Manufatura, todos com crescimento dentro e acima de três dígitos, detalha a executiva. “Entendemos que alguns segmentos estão passando por situações mais complexas e que tiveram destaque onde nossas soluções impactaram bastante”, assinala. Um dos exemplos citados por ela de empresa que está migrando forte para a nuvem está a CPFL.

Apesar de o ERP ainda representar entre 30% a 40% da receita da empresa globalmente, a empresa observa avanço na procura por soluções analíticas e gestão de talentos. “O importante é ajudar o cliente em sua necessidade, tornando-o mais eficiente para que ele possa inovar”, pontua.

A expectativa para o ano de 2016 é positiva, garante. Segundo ela, mesmo diante do quadro de instabilidade dos últimos meses, a empresa conseguiu driblar o cenário e crescer. Por isso, as projeções para 2017 são de salto acentuado.

“Este ano, vimos clientes que tiveram de diminuir investimentos, outros que mesmo com as dificuldades apostaram em TI como fator de transformação, de sobrevivência. De fato, existe otimismo e acredito em um ano produtivo com a tecnologia assumindo papel fundamental. Queremos ajudar nosso cliente nessa jornada, seja ele pequeno, médio ou grande”, finaliza.

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