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Usuários do Office atingirão 2 bilhões em cinco anos, prevê Microsoft

Editorial IT Forum 365

30/01/2013 às 14h25

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O Office demorou 30 anos para atingir um bilhão de usuários ativos ao redor do mundo. Mas é bem possível que a marca de dois bilhões seja atingida em menos tempo, talvez, em cinco anos, conforme previu na última terça-feira (29/01) o diretor de competitividade da Microsoft, Roberto Prado, durante o lançamento do Office 365 Home Premium.

“Historicamente, na medida em que crescem usuários de PC, crescem os de Office Windows”, introduziu o executivo. “Mas observamos que isso mudou, e à medida que cresce o número de devices em geral, cresce também o numero de  usuários. A relação de tempo mudou bastante”, explicou Prado.

A hegemonia mundial da Microsoft, quando o assunto é sistema operacional, é mais do que reconhecida. Mais de 90% das plataformas utilizadas em computadores são Windows. E com o pacote Office, existe ainda, como forma de ampliar a presença a oferta para outros sistemas operacionais, como é o caso do conhecido Office para Mac. MAs o processo de extrapolação ao mercado de tablets, contudo, ainda não é de todo certeiro.

Vamos aos fatos.

O Office 365 Home Premium vem com um formato mais amigável do que as versões anteriores. O principal diferencial do produto, obviamente, é sua total adaptabilidade à nuvem. Apesar de afirmar durante a coletiva de imprensa que serviços similares como o Google Docs não são concorrentes do Office por não apresentarem as mesmas capacidades, a nova oferta da Microsoft se inspira nos conceitos trazidos pelo (não)concorrente, basicamente de produtividade a qualquer hora e lugar, bastando uma conexão com a internet.

O novo Office funciona da seguinte maneira: você paga R$ 179 pela suíte completa (preço válido até o dia 31 de março, passando, posteriormente, para R$ 199) e faz a instalação para que ele funcione em modo offline normalmente. A licença, válida por um ano, permite o uso em até cinco dispositivos, sejam computadores PC, Mac ou, ainda, dispositivos móveis com Windows 8.

Logo após a instalação, o serviço de nuvem da companhia, o SkyDrive, ganha 20 GB a mais de capacidade de armazenamento, totalizando 27 GB.  Assim ,você consegue, por meio de sua Windows Live ID, armazenar todos os arquivos em modo offline e online.

Quando houver a necessidade de acessar tais documentos em um ambiente que não tenha um sistema Office instalado – o Mac do seu amigo, seu tablet Android, ou então o computador de uma lan house – você, por meio de sua Windows Live ID, acessa uma aplicação que garante o uso do documento, que é salvo diretamente no seu SkyDrive. É como se fosse uma máquina virtual do pacote Office. Essa virtualização é chamada de Office sob demanda.

A participação de Windows 8 nos dispositivos móveis ainda é pequena – oe isso é até óbvio, uma vez que seu lançamento ocorreu em outubro passado. No mercado de smartphones, a maioria esmagadora (mais de 70%, segundo dados do Gartner) roda o sistema operacional Android. Em tablets, a mesma consultoria indica que mais de 60% das novas vendas ficam com o iOS, da Apple.

Nenhuma das duas plataformas móveis recebeu uma versão do Office. Prado explicou que o comprometimento com a plataforma da Apple é claro, e que em breve deve ser anunciado algo específico para iOS. No caso de Android, não há ainda qualquer previsão.

“Vamos fazer se houver uma demanda do mercado. Mas dependendo das circunstâncias, os próprios desenvolvedores de aplicativos criam apps para as plataformas”, lembrou.

O Office 365 para empresas chegou em novembro de 2011 ao Brasil. Os planos são a partir de US$ 6 por usuário por mês para pequenas e médias empresas. No caso de companhias de maior porte, a cobrança mensal varia de US$ 2 a US$ 27 por usuário, conforme o número de aplicações contratadas.

Saiba mais:

Novo Office chega como Office 365 Home Premium ao custo de R$ 179

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